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Como colocar o cardápio em um código
Escolha um endereço que não vá mudar
O do cardápio no seu próprio site, não um link do Drive. Esse endereço fica congelado dentro do código para sempre.
Dê a cara da casa
Cor, formato dos pontos e o seu logo no centro. Um nível alto de correção de erros tolera melhor o logo e o desgaste.
Baixe o SVG para a gráfica
Vetorial, então o mesmo arquivo serve para um adesivo de mesa e para um cartaz na entrada sem perder nitidez.
O que decide se isso funciona não é o código: é para qual endereço ele aponta. O código é estático e não dá para editar depois de impresso, então o endereço precisa ser um que você nunca vá mudar — algo como seusite.com/cardapio — e atrás dele fica o cardápio que muda. Assim, subir o preço do prato feito é editar uma página, não reimprimir cinquenta adesivos.
Evite apontar para um arquivo no Drive, no Dropbox ou parecido. Esses serviços reescrevem o link quando você substitui o arquivo, e no dia em que subir o cardápio novo o código das mesas vai apontar para um documento que não existe mais. É a forma mais comum de descobrir, numa terça qualquer, que nenhuma mesa tem cardápio.
Pense também no formato do destino. Um PDF diagramado para folha A4 obriga a dar zoom com os dedos numa tela de celular, e muitos navegadores baixam em vez de abrir. Uma página simples, com texto que se ajusta à largura, se lê sentado à mesa; o PDF se lê mal e é abandonado rápido.
E cuide do impresso. Um código sobre madeira escura ou atrás de um plástico riscado é lido pior do que parece na tela: imprima com bom contraste, mantenha a margem branca em volta — o código precisa dela para ser encontrado — e use o SVG, que aguenta qualquer tamanho. Antes de colar os cinquenta, teste um com um celular velho, que é o que metade da sua clientela tem.